terça-feira, 22 de março de 2011

Mente Saudável, Mente Brilhante



Caminhar, jogar, ler,dormir, socializar-se, aprofundar-se em seus interesses pessoais. Tudo isso parece- e é- prazeroso. Mas mais do que isso, estimula a saúde do cérebro.

Quem disse que o cérebro não precisa de boa alimentação? Assim como para manter o corpo em forma seguimos uma alimentação balanceada, o cérebro também pede alimentos pouco calóricos,muita fruta, verduras, vegetais e peixes. Afinal, os antioxidantes, além de contribuírem para uma aparência mais jovem, ajudam o cérebro a se rejuvenescer. E o sono? Quer manter a silhueta em forma?Faça exercícios. O mesmo vale para o cérebro.

A tecnologia contribui muito para que o nosso cérebro continuasse a se desenvolver. Afinal, são novos desafios a cada dia: jogos de videogame, funções de celulares, programas de computador.

Tudo isso exige que você fique cada vez mais atento a pequenos detalhes que antes não existiam. Encontrar-se com os amigos, sair para bater papo, conversar sobre assuntos leves faz bem para a alma. É um período em que o cérebro “descansa” dos desafios e se recompõe para recomeçar mais “turbinado”.

Cuide do seu corpo, da alimentação e, principalmente, das suas emoções. Seu cérebro agradece. Ele terá mais energia armazenada para usá-la no que realmente importa.
Mas, para Richard Restak, o estresse que os dias de hoje nos causa é o que mais desgasta nosso cérebro. O estresse leva a um ciclo destrutivo no cérebro: a depressão e a ansiedade traduzem a perda de células cerebrais, o que resulta em distúrbios no pensamento, concentração,memória, sono e bem-estar em geral.

Essas idéias são de Richard Restak, neurocientista, neuropsiquiatra e professor de neurologia do centro de Medicina da Universidade de George Washington (EUA). Autor de diversos bestseller, Restak também escreveu artigos para publicações no The Washington Post, The Ney York Times e USA Today.

É membro da Academia Americana de Neurologia e da Associação Americana de Neuropsiquiatria. Mente Saudável, Mente Brilhante é seu livro mais recente.

Fonte:www.contruirmaispormenos.com.br

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

A Coragem de quem foi pioneira



Durante 20 anos, Léa Fagundes deu aula para crianças, até entrar no curso de Pedagogia da UFRGS, em que viria a ser professora a partir de 1972. As dificuldades de aprendizagem verificadas em seus alunos levaram-na a pesquisar sobre as causas dessa realidade e a buscar novos métodos de ensino.

Teoria e Prática- Segundo Léa, o modelo tradicional nas escolas segue o paradigma do behaviorismo, em que a resposta esperada é premiada e a indesejada, punida: “Condiciona apenas reflexos [como treinamento militar] e o comportamento de animais”, sustenta a professora. Para ela, o ser humano, por ter a capacidade não só de adquirir, mas de construir o próprio conhecimento, necessita de um processo diferente, em que ensinar é a melhor forma de aprender.

Foi assim que Léa conheceu os estudos cognitivos do suíço Jean Piaget, que não era trabalhado à época na Pedagogia, mas no então Departamento de Psicologia, para onde se transferiu. Léa explica que, conforme o paradigma piagetiano, o prêmio é adquirir o conhecimento.

Nos estudos cognitivos, não há grade de disciplinas ou de horários; os professores precisam trabalhar em conjunto. A idéia é que os alunos pesquisem, com a orientação docente, sobre fenômenos que lhes interessem e cuja causa desconhecem – como a formação do arco-íris, por exemplo – e transmitam o conhecimento obtido ao final do processo – em que recorrem a diversas fontes – para a turma. A professora criou o Laboratório de Estudos Cognitivos (LEC) em 1975 para desenvolver pesquisas nessa área.

Informática como ferramenta – Léa,então formou parceria com o neurologista argentino Antônio Maria Battro, que estudara com Piaget durante quatro anos no Centro Interdisciplinar de Epistemologia Genética de Genebra. Com Battro, ela inteirou-se a respeito da chamada inteligência artificial, tema que vinha ganhando espaço em diferentes setores.

Um dos maiores entusiastas dessa temática era o matemático sul-africano Seymour Papert, que também havia estudado Piaget. Com ele, Battro iniciou o estudo da relação entre crianças e computadores – a máquina, assim, passou a ser planejada como ferramenta de aprendizagem.

Para tanto, Papert criou a linguagem Logo, que permite às crianças que programem de forma criativa, pois são elas que ensinam os computadores para que eles cheguem à resposta desejada.

No caso de a criança errar, ela mesma pode descobrir onde está o erro, já que cada passo fica registrado, e ela pode experimentar como as modificações em cada etapa influenciam o resultado final.

Fonte: Jornal da Ufrgs- Ano XIV/ Número 133, pág.12

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Lançamento do Discovery

Com mais de duas décadas de descobertas, o vaivém Discovery partiu nesta quinta-feira(24/02)para a última viagem rumo à estação Espacial Internacional.

A decolagem é uma das últimas realizadas por ônibus espaciais. Ainda no 1º semestre, os outros dois ainda usados pela NASA – o Endevour e o Atlantis – devem encerrar suas atividades, indo logo em seguida para museus.

O último voo de cada um deles será emocionante para todos nós- admite o diretor de lançamentos dos ônibus espaciais, Mike Leinbach – Ainda assim, vamos completar as missões, como sempre fizemos.

Veja como foi a decolagem, no vídeo postado pelo telecentro.


Fonte: http://www.nasa.gov

MiniCom defende políticas de longo prazo para telecomunicações



Brasília, 24/02/2011 - O secretário-executivo do Ministério das Comunicações, Cezar Alvarez, defendeu a necessidade de instituições, governo e sociedade pensarem em políticas de longo prazo para o setor de telecomunicações no Brasil. Para ele, a Copa de 2014 e a Olimpíada de 2016 são marcos que pressupõem um conjunto de obrigações imediatas por parte do governo, mas as prioridades do setor devem abranger um futuro mais amplo. Cezar Alvarez foi um dos participantes do debate “As políticas e a sociedade: as prioridades são adequadas?”, durante o Seminário Políticas de Telecomunicações, realizado nesta quinta-feira (24),em Brasília.

O secretário-executivo reforçou que a definição das prioridades para setor de telecomunicações não cabe exclusivamente ao MiniCom. Segundo ele, trata-se de um processo que tem interesses universais e deve levar em consideração abrangência e interesse público.

Cezar Alvarez frisou que um acordo fechado a partir do debate é mais sólido e continuado, além de reduzir as diferenças, desencontros e até os custos das ações. “Nossa discussão hoje deve servir para construir uma política para os próximos quatro anos, mas que também abranjam um futuro que pode ter como referência 2022, ano em que o Brasil comemora 200 anos de independência.”

O secretário-executivo do Minicom destacou que, dentro das prioridades já estabelecidas para o setor de telecomunicações, o Programa Nacional de Banda Larga (PNBL) tem um papel fundamental e será um plano da sociedade brasileira. Para ele, o plano é uma soma de políticas articuladas que deverá servir para discutir aspectos como regulação e infraestrutura para o setor de telecomunicações no Brasil.

Fonte: http://www.mc.gov.br/

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Portões de Fogo



Contarei a Sua Majestade, que é um rei. Um rei não fica dentro da sua tenda enquanto seus homens se esvaem em sangue e morrem no campo de batalha.

Um rei não ceia enquanto seus homens passam fome, nem dorme quando eles estão em sentinela na muralha.

Um rei não ordena a seus homens lealdade por medo de não conseguir comprá-lo com ouro; conquista o seu amor com o suor de sua fronte e as dores que suporta por eles.

Um rei é o primeiro a apanhar a carga mais pesada, e o último a deixá-la. Um rei não exige o serviço a quem dirige, mas sim ele os serve!

Fonte: Fragmentos extraídos do livro “Portões de Fogo” de Steven Pressfield

Radiação de celular afeta cérebro, afirma estudo



Um novo estudo conclui que a utilização do telemóvel durante um período alargado de tempo afeta a atividade metabólica do cérebro. A pesquisa, cujos resultados foram publicados no Journal of the American Medical Association, analisou os efeitos da utilização dos telefones móveis em chamadas com duração de 50 minutos e registou um pico no metabolismo da glicose cerebral.

A alteração - o metabolismo da glicose acelera cerca de 7 por cento, face à atividade normal - acontece na área do cérebro mais próxima da antena do telemóvel, comprovaram os testes realizados aos 47 participantes na experiência, que decorreu entre um de Janeiro e 31 de Dezembro de 2009.

O que os investigadores não conseguiram apurar é que efeitos para a saúde podem ter as alterações registadas, nomeadamente no que se refere a impactos de longo prazo das ondas de radiofrequência nas células cerebrais. Concluíram apenas que o cérebro reage a uma sobre exposição a esse fator.

Não fica assim estabelecida qualquer ligação entre a utilização do telemóvel e o desenvolvimento de cancro, tema que tem sido alvo de vários estudos com conclusões diferentes. Ainda esta semana o TeK publicou os resultados de mais uma pesquisa nesta área.

No artigo agora publicado explica-se que o estudo, da responsabilidade de investigadores americanos do National Institutes of Health (NIH), foi realizado com recurso de Tomografias por Emissão de Positrões (PET scan).

Fonte: http://tek.sapo.pt/noticias/telecomunicacoes

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Um amigo filósofo



Certo dia conheci um homem que me ensinou como buscar as respostas para as várias perguntas que sempre me acompanharam.

Tratava-se de um homem bom, simples e generoso, de modo que logo fiquei bem à vontade para expressar minhas inquietudes. Algumas perguntas, para mim tão antigas, ele respondeu com impressionante clareza e simplicidade. Porém, com o tempo, ao conviver com esse homem, percebi que ele não mais entregava as respostas prontas e lapidadas, mas ensinava-me como encontrá-las. Então, aos poucos, fui descobrindo que as belas respostas surgem após um processo de investigação e de busca do conhecimento.

Este homem que me ensinou tantas coisas não se denominava um sábio, mas um filósofo, e dizia que seu Mestre era infinitamente mais sábio do que ele. Então compreendi que a Filosofia, a busca da sabedoria, é um caminho, uma via, uma trilha, e foi justamente nesta trilha que encontrei o verdadeiro valor da amizade.

Meu amigo filósofo ensinou-me que para compreender as coisas é preciso, primeiramente, compreender que tudo tem uma causa, logo, nada acontece por acaso. Ensinou-me a prestar mais atenção à natureza, às estações do ano e, sobretudo, me fez ficar mais atento às coisas que penso, sinto, falo e faço.

Descobri então que o simples ato de caminhar, por exemplo, quando é realizado de forma natural e descondicionada, pode revelar muitas coisas acerca do caminho e também do caminhante.

Caminhar pela vida sem pressa e sem pausa, sempre observando e aprendendo com as maravilhas e também com os acidentes do caminho: eis um dos mais belos ensinamentos que os amigos da sabedoria costumam transmitir. Assim nos tornamos eternos aprendizes, sempre dispostos a desvendar os pequenos mistérios do cotidiano e sempre prontos a partilhar os ensinamentos que temos recolhido nesta bela trilha que chamamos Vida.

Fonte:www.nova-acropole.org.br
Autor: Gerson Rodrigues de Miranda